20 setembro, 2022

A RCC é autenticamente católica

 A RCC é autenticamente católico, enraizada em uma tradição que antecede a escrita dos Evangelhos, foi validada pelos Padres da Igreja, abençoada pelo Concílio Vaticano II e é ensinada nos seminários e em todo o mundo. 


A RCC surgiu do Concílio Vaticano II, que declarou como os dons do Espírito, tais como falar em línguas e as curas, sempre se manifestaram na vida dos Santos e ainda continuam existindo inclusive nos tempos modernos. E esses dons não chegaram ao fim com a morte do último apóstolo. 


Encorajados por isso e pelo impulso ecumênico do Vaticano II, os católicos interessados no movimento carismático começaram a se reunir e aprender com os pentecostais e a trazer o que aprenderam de volta às suas paróquias. O apoio do Papa Francisco à RCC - durante as comemorações do quinquagésimo aniversário em Roma em 2017, ele disse aos membros que era uma “corrente da graça”, de inspiração inteiramente bíblica na Igreja, fato que aumentou o interesse. 


Orar em línguas é um dos dons carismáticos que São Paulo lista em 1° Coríntios 12, junto com as curas e as profecias. Pode se referir a “xenoglossolalia”, quando o falante usa uma linguagem natural desconhecida para eles, mas conhecida do ouvinte, como acontece com os Apóstolos no Pentecostes, contudo, a glossolalia se refere normalmente a uma pessoa falando uma língua totalmente desconhecida. Claro que "falar" em línguas exige um intérprete, mas se não houve, essa oração não veio do Espírito Santo, pois Ele só manifesta dessa forma quando Ele suscita o intérprete no  meio da assembléia como está em 1° Coríntios 14.

Mas orar e cantar em línguas edifica quem a ouve. É preciso um passo real de fé para entrar sem saber o que é. É preciso uma verdadeira confiança em Deus. O “batismo no Espírito”, termo que os carismáticos usam para descrever uma experiência pessoal do Espírito Santo que acreditam que inflama graças conferidas pelo batismo sacramental, é uma oração não racional, é querer aproximar-se de Deus, mas as palavras não são suficientes. Orar em línguas é uma entrega ao Espírito que está dentro de você, um modo de se sintonizar, de abrir sua boca e confiar e abandonar o lado espiritual consciente.


Pode ser bastante difícil, quanto mais racional você for ou melhor ainda, resistente ao poder do Espírito Santo, não haverá espaço satisfatório para que as graças do Espírito Santo sejam derramadas em você.

Não é um burburinho emocional ou um zumbido intelectual, é uma ofensa a Deus se pensamos assim, o ser racional nos torna resistentes e por isso muito mais difícil de ceder ao dom de línguas”.


Há um grande grupos de católicos "lamentavelmente ignorantes" sobre os dons ou carismas do Espírito Santo. Temos a tendência de nos concentrar nas necessidades institucionais da Igreja: quando o padre ou leigos tem muito mais a fazer em várias comunidades paroquiais, quem vai cuidar da administração e demais coisas? E etc. Mas esse carisma na igreja em nada interfere no bom desenvolvimento das comunidades, pelo contrário, são agraciados com tantos dons sendo manifestado na vida paroquial. 


Os dons carismáticos nos lembram que tudo o que somos e fazemos é um presente do Senhor. O dom de línguas é um presente de oração, que surge naturalmente do desejo de louvar e glorificar a Deus. São Paulo afirma que, quando não podemos orar, o Espírito intercede por nós em "gemidos ininteligíveis"  como está em Romanos 8, 26.


Então, meus irmãos, usufruam dos dons que há em vocês os quais receberam no seu batismo, e sejam frutos bons dessa experiência de oração!


Aquele que não crer, tem o livre arbítrio por não concordar, só respeite o que vêm do Espírito Santo, porque se assim não fosse, não daria tanto fruto! Eu e minha família somos feitos da RCC.

Vinde, Espírito Santo! 🙏🏻⛪📖🙌🏻😍🕊🔥🔥🔥

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